Fundador do Fórum de Líderes Empresariais falou sobre a articulação da base.
A Coordenação do PNBE recebeu no dia 30/10/2007, o jornalista Luiz Fernando Levy, fundador do Fórum de Líderes Empresariais e atual presidente do Conselho Curador.
O Fórum foi fundado pelo jornal Gazeta Mercantil em 1977, com a finalidade de mostrar quem eram as pessoas que estavam por trás das empresas de destaque. Em 1998, tornou-se uma sociedade civil sem fins lucrativos, com sede em Belo Horizonte. Em 2006, foi transferido para São Paulo. Hoje não há mais vínculo com o Jornal.
O objetivo principal do Fórum é discutir e analisar temas estruturais de alta relevância para o desenvolvimento do Brasil, oferecendo soluções práticas para seu equacionamento.
“Vejo que o empresariado brasileiro é extremamente competente em seus afazeres profissionais, mas não possui poder de articulação. As cúpulas ainda conseguem fazer algum barulho, mas a base, que é quem efetivamente gera emprego e renda no Brasil, nunca é ouvida”, diz Levy.
Levy acaba de lançar a revista Fórum de Líderes com o intuito de amplificar a voz das lideranças empresariais brasileiras, para que ela seja ouvida e respeitada nas instâncias governamentais e pela sociedade de um modo geral. Com tiragem média de 30 mil exemplares (auditados), a Fórum de Líderes atinge público estimado em 150 mil leitores (líderes, integrantes do fórum, principais executivos das maiores empresas do Brasil, entidades empresariais, autoridades federais, estaduais e municipais, Congresso nacional, Judiciário e outros formadores de opinião).
A sinergia entre o PNBE e o Fórum de Líderes Empresariais consiste na necessidade do fortalecimento empresarial e a sua articulação política, visto que atualmente apenas os grandes grupos econômicos são ouvidos em Brasília.
“O alinhamento com o Fórum na questão da necessidade de articulação da base é total. Pequenos e médios empresários brasileiros geram mais de 90% dos empregos das grandes cidades, respondem por 64% do PIB e nunca são ouvidos. Pagamos nossos impostos e encargos trabalhistas num ambiente totalmente desfavorável ao empreendedorismo”, diz José Roberto Romeu Roque, 1º. Coordenador do PNBE.