

O déficit público brasileiro é um problema para o país. Essa é a percepção do PNBE-Pensamento Nacional das Bases Empresariais. Falta de controle, gastos excessivos com a máquina pública, emendas parlamentares, corrupção e má gestão, além de renúncias fiscais e isenções mal planejadas estão entre os fatores apontados como relevantes para o desequilíbrio das contas públicas.
Planejamento orçamentário deficiente é o principal motor do déficit para o PNBE que reputa a responsabilidade na gestão do déficit aos poderes Executivo e Legislativo.
Integrantes do grupo comentam que o Brasil possui um conjunto amplo de isenções, subsídios e privilégios, aliado a um déficit previdenciário crescente, o orçamento federal é constantemente ajustado por interesses políticos e falta um projeto nacional de longo prazo.
Segundo o primeiro coordenador geral do PNBE, Fabio Mortara, o déficit público não é apenas um número contábil: ele impacta diretamente a vida das pessoas, gera insegurança para investidores, limita a capacidade do Estado de investir em áreas essenciais e compromete o futuro do país. “É fundamental que Executivo e Legislativo assumam o compromisso de reverter essa trajetória com planejamento, responsabilidade e foco no interesse coletivo, e não em agendas de curto prazo, mas devemos lembrar que o mau uso dos recursos públicos também ocorre no Judiciário e em quase todos os estados e municípios brasileiros.”.